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Edição de 11-10-2018
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04-10-2018 16:32
Jovem de Eiras morre de acidente e idosa de Cabana Maior sofre queimaduras graves

Um despiste na A27, por volta das 11.30 desta quinta-feira, 4 de outubro, na zona de Estorãos, causou um morto e quatro feridos (um dos quais com gravidade). A vítima mortal de 17 anos e os restantes ocupantes da viatura frequentam o curso de Mecatrónica (12.º ano) no Agrupamento de Escolas de Valdevez (AEV).
De acordo com uma fonte do AEV, este grupo de alunos, por não ter tido aulas aos derradeiros tempos da manhã, neste dia de greve de professores, “teve autorização para sair da escola”, tendo viajado de automóvel para Viana do Castelo, mas o passeio acabou de modo trágico.
Segundo apurou o NA, Pedro Brito, de Eiras, não resistiu aos ferimentos causados pelo acidente, tendo a VMER declarado o óbito no local. O amigo Miguel Barbosa, de Cabreiro, com ferimentos graves, foi conduzido ao Hospital de Braga, enquanto os restantes ocupantes (dois naturais de Arcos de Valdevez e um de Ponte da Barca) da viatura foram transportados para o Hospital de Viana do Castelo.
Ao local do sinistro, compareceram os Bombeiros Voluntários de Arcos de Valdevez (BVAV), Ponte de Lima e Ponte da Barca, bem como a VMER de Viana do Castelo e a SIV de Ponte de Lima.
Entretanto, uma mulher de 80 anos sofreu “queimaduras graves” esta quinta-feira na freguesia de Cabana Maior, segundo disse ao NA o comandante dos Bombeiros Voluntários de Arcos de Valdevez.
“As chamas da fogueira pegaram no vestido e a mulher sofreu queimaduras em mais de 60% do corpo”, estima Filipe Guimarães.
A mulher foi transportada, de helicóptero, para o hospital de Santa Maria em Lisboa, devido à “falta de vagas no Hospital da Prelada (Porto)”, justifica o comandante.
Participaram nos trabalhos seis operacionais, duas viaturas dos BVAV e um meio aéreo.
Esta quinta-feira, muito atribulada para os BVAV, fica ainda assinalada por um incêndio urbano em Vila Fonche e por uma chamada falsa apontando também para um incêndio desta tipologia em Borralhães (freguesia do Vale).
Face às informações veiculadas pelo contactante, foram mobilizados meios para o local onde o presumível incêndio estaria a lavrar. Verificou-se, depois, que se tratava, no entanto, de um falso alarme, isto numa altura em que havia diversas operações em curso.
Esta brincadeira de mau gosto originou a saída desnecessária de recursos, para além de impedir a mobilização dos meios "desviados" para onde eles eram realmente precisos.

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