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Edição de 23-06-2022

Arquivo: Edição de 12-03-2009

Opinião

As duas pontas do tempo
Antonino Cacho As histórias, que publico neste jornal, vou buscá-las às águas-furtadas da memória. Recriam o pequeno mundo rural, que já não existe. Recordá-lo, será viver, já que a morte é certa. Morte, que redime a vida. Escrever sobre as coisas do passado, é como atar as duas pontas do tempo, com o ontem da infância a reflectir-se no hoje da velhice, quando a saudade chega.

Coisas boas...
Maria Paula T Q Barros Pinto Vi-as de novo no sábado passado no Chiado. Estavam de mão dada junto à estátua de Camões como quem procura abrigo debaixo do génio que imortalizou o amor em belíssimos poemas que de tão sentidos ainda continuam vivos no imaginário comum de todos os portugueses: o fogo que arde sem se ver, o contentamento descontente. Quem de entre nós nunca sentiu o contentamento descontente é porque não tem alma, porque mente, porque não é gente…

Reencontro / Aparição
Luís Barbosa No nosso reencontro palpita a felicidade de retirar por uns dias a pesada carga urbana de tão ferrugenta rotina.

Quentes e Boas...
Amândio Peixoto 1. TANTOS MILHÕES! – A última Assembleia Municipal realizado no Centro Comunitário, deve ficar para a história como a mais badalada dos últimos tempos! É certo que também serviu, e perfeitamente, para a aprovação de mais alguns milhões de euros para a Autarquia. Na rua, em lugares que frequento, muitos me perguntam como foi a conturbada reunião. Uns, que o presidente teria feiro ameaças de carácter pessoal, mas para depois do mandato, que ainda vai demorar muito tempo, outros da ameaça de abandono por parte dos dois presidentes, e só faltou perguntarem-me quantos morreram e quantos escaparam. Evidentemente que os remeti para os bombeiros e agências funerárias… Mas como verdade verdadeira, fica a certeza de que é sempre na governação socialista que Arcos de Valdevez é contemplado com enormes verbas do Orçamento do Estado e de Fundos Comunitários. Ao contrário quando lá está a actual oposição, e referimo-nos ao Governo, ficamos todos a chupar no dedo. E como compensação, e pela imparcialidade dadivosa dos socialistas, que é que acontece? Nunca uma proposta socialista foi aprovada na Assembleia Municipal, nem mesmo uma sugestão. Mas sobra arrogância e até nuvens de ameaças. Enfim, é o que temos. Por mim já estou habituado…

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