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Edição de 25-11-2021

Arquivo: Edição de 16-04-2009

Opinião

Rosalina, Rosa Linda
Maria Paula T Q Barros Pinto A última vez que se ouviu falar dele foi há uma semana. Até aí nada de estranho, não era visita assídua mas todas a semanas vinha limpar o jardim, dar de comer aos animais e tratar da égua pela qual nutria uma afeição muito especial desde que ela o salvou de morrer afogado na poça do galinheiro. Nesse dia tinha tido notícias da mulher desaparecida há anos, embebedou-se até ficar inconsciente e resvalou para a água lodosa da poça onde caiu de borco. A égua, por instinto ou gratidão, vendo-o imobilizado na poça, puxou-lhe pelas calças com os dentes amarelos e arrastou-o para a erva seca, relinchando mansamente como se compreendesse o que o atormentava.

“Rotundas de Valdevez” Cidade?!... Soajo, continua como Vila...
Jorge Lage

Quentes e Boas...
Amândio Peixoto O Império do mal Não sei se com este título existe algum filme, ou aconteceu alguma tragédia. Sei que esses impérios existem, e que incidem mais profundamente em terras do minifúndio, onde, como lapas se agarram ao poder, e à sua volta, numa promiscuidade estarrecedora. Muda-se a personalidade das pessoas, que por sua vez são manietadas por interesses mil, os visíveis e os outros, desde um simples licenciamento, emprego público, empresas fantasma, tudo num envolvimento de corrupção activa que já não tapa os olhos de ver da opinião pública. Um dia, sem qualquer tipo de submissão, ainda haveremos de nos debruçar sobre os diversos focos de corrupção da sociedade. Não será tarefa fácil, mas para quem nunca esteve ligado a facilidades, será mais um capítulo… É que vai sendo difícil conviver com tanta lama a sujar-nos os sapatos e com a docilidade de pessoas de bem a serem subjugadas, à volta de poderes centralistas, onde não passam de marionetas tocadas por grupelhos feitos de tigres de papel. E aqui pelo nosso Alto Minho, onde o minifúndio divide, atrasa, confunde, e as pessoas, como o carneiro do inglês, deixam-se cair do navio e morrem em alto mar. E eu deixo aqui, por diversos motivos, um capítulo adiado, motivos, com a certeza de que em qualquer terra em que o jornalismo não seja livre, a própria liberdade estará em perigo!…

“Obamania”
Luís Barbosa Depois de tudo quanto tem sido dito sobre Barack Obama, corro o risco de enveredar pela redundância. Estamos, creio, perante uma autêntica força da Natureza, um “diamante”, que ainda não teve tempo de ser totalmente lapidado.

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